Na Semana Santa a população de Manaus terá a disposição pescado de áreas de manejo, para também fortalecer a economia local.
Na Semana Santa a população de Manaus terá a disposição pescado de áreas de manejo, para também fortalecer a economia local.
Vídeos da festa nas redes sociais mostram pessoas aglomeradas, dançando, sem distanciamento social e sem o uso de máscaras.
Nesta semana, a imunização será para o público com idade entre 59 e 55 anos (em ordem decrescente) que sofre também de doenças preexistentes.
Imunizante foi armazenado nas câmaras frias na Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS) após passarem por contagem.
De acordo com a polícia, o suspeito trabalhava como motorista terceirizado para a Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura.
A Prefeitura também anunciou a vacinação para grupo de 55 a 59 anos com doenças preexistentes. Adultos entre 18 e 59 anos, com comorbidades, também devem preencher o cadastro.
Foram 1.023 registros de violência doméstica sofridas por mulheres na capital Manaus e 73 casos no interior do Estado em janeiro e fevereiro.
Requerimento pede explicações da Casa Militar e da Casa Civil sobre os voos realizados pelo governador Wilson Lima.
A empresa Amazonas Energia realiza uma manutenção programada na rede elétrica. Veja a lista de bairros atingidos pela manutenção.
Ainda sem doses suficientes para a imunização em massa, governo vai priorizar pessoas com comorbidades no grupo de 55 a 59 anos.
Os registros com o menor número de hospitalizações pela doença desde novembro ocorreram neste domingo (21).
As escolas que optarem pela retomada das aulas presenciais deve tomar as medidas de segurança e respeitar ocupação de 50% da capacidade.
As doses estão armazenadas em Manaus e devem ser retiradas pelas prefeituras das cidades do interior para continuar o processo de imunização no Estado.
O novo decreto já foi publicado no Diário Oficial do Estado e concede mais duas horas de funcionamento durante à noite aos estabelecimentos.
Obras e manifestação também deixam o trânsito mais lento na capital amazonense nesta quarta-feira (10).
Decisão foi tomada em reunião do governo do Amazonas com autoridades ligadas à saúde e órgãos de controle.
De 590 pacientes, 294 tomaram a medicação e 296 tomaram um placebo. Entre os que tomaram o medicamento, o tempo de internação foi bem menor.
Governo do Estado pediu regime de urgência e oposição criticou a aprovação ao alegar falta de "rito" para apreciar a matéria.