A prefeitura de Santa Rosa do Purus, interior do Acre, já montou quatro abrigos para receber famílias que foram obrigadas a sair de casa.
A prefeitura de Santa Rosa do Purus, interior do Acre, já montou quatro abrigos para receber famílias que foram obrigadas a sair de casa.
Na capital acreana pelo menos cinco bairros apresentam altos números de infestação e casos da doença. Equipes do Ministério da Saúde estão na cidade para reforçar as ações de combate.
Em caso de suspeita de criadouros de mosquitos, você pode denunciar no setor de endemias do próprio município
Profissionais afirmam que estão há quase três meses sem receber salários e querem respostas sobre o pagamento. Secretaria de Zeladoria de Rio Branco diz que empresa apresentava irregularidade e, por isso, estava impedida de receber repasses.
Gabinete de crise foi instalado para monitorar e gerenciar situação de emergência na capital, Rio Branco, e nas outras cidades do Estado.
A sobrecarga na rede privada de Saúde ocorre por causa do aumento no número de casos de Covid-19 e dengue no Estado.
A capital acreana notificou o aumento de casos suspeitos nas primeiras semanas epidemiológicas de 2021. Destes, 40% já foram confirmados.
Estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti foram montadas durante reuniões das equipes da Saúde do Acre.
Pessoas com sintomas graves podem sofrer redução de plaquetas sanguíneas. O Estado registrou mais de cinco mil casos confirmados da doença em 2020.
O estudo foi desenvolvido em Rio Branco por médico cardiologista e alunos do último ano de medicina da UFAC em parceria com outras universidades do Brasil e dos Estados Unidos.
Os dados foram coletados em novembro de 2020 e registram 0,9% de índice de infestação predial do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e vírus da zika.
A capital acreana tem índice cinco no Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa).
Neste período, os locais propícios para a criação do mosquito se multiplicam e a população deve se mobilizar para eliminar os focos
Números mostram bairros com maiores riscos a doenças relacionadas ao Aedes aegypti, como dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela
Com a pandemia, muitos moradores tem se recusado a atender os agentes de Saúde, que tem intensificado a fiscalização